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Região da Alta Mogiana: Família Leonel vence 18º Concurso ABIC de Qualidade de Café

O 18º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café – Origens do Brasil – Safra 2021 chegou ao fim premiando os melhores cafés em todas as Regiões Produtoras de Café do Brasil. O concurso é considerado um dos principais concursos em nível Brasil, principalmente por classificar por regiões produtoras.

O vencedor na Região da Alta Mogiana foi a Família Leonel (Fazenda Bom Jardim Coffees), representado pelo cafeicultor Gustavo Leonel, com a variedade ‘Acauã’, em processo Natural e nota final 8,60.

Localizada no município de Franca (SP), a Fazenda Bom Jardim Coffees teve início com o casal Joaquim Leonel e Rita Moscardini Leonel. Mas deve aos filhos Gustavo e Alexandre Leonel a transformação do seu tradicional modelo de cafeicultura convencional em um arrojado projeto de produção orgânica de cafés especiais.

A Fazenda faz parte da Brazilian Specialty Coffees (BSCA), é Associada à Alta Mogiana Specialty Coffees (AMSC), bem como ao Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (ORGANIS) e a AgroBee, que é uma startup de tecnologia em polinização de abelhas nas áreas de cafeicultura orgânica da Fazenda.

Vista aérea da Fazenda Bom Jardim Coffees, em Franca (SP).
A Família Leonel. Joaquim Leonel e Rita Moscardini (centro)
com os filhos Alexandre Leonel (à esquerda) e Gustavo Leonel (à direita).

OS VENCEDORES

As cafeicultoras Dayse Maria Monnerat Erthal (Origem Região Serrana do Rio de Janeiro) e Tatiele Dalfior Ferreira (Noroeste do Espírito Santo), foram as grandes vencedoras. Dayse, do Café Fazenda Goiabal, em Bom Jardim (RJ), atingiu a maior nota de Qualidade Global, 8,80, na categoria Arábica. E Tatiele, do Sítio Leôncio, em Governador Lindenberg (ES), recebeu a impressionantes 8,58 de Qualidade Global na categoria Canéfora.

Outro destaque foi o café de Sílvio Leite, da origem Planalto Baiano / Chapada Diamantina. Produzido na Fazenda Cerca de Pedra São Benedito, em Piatã-BA, o lote recebeu a nota de 8,76, na categoria Arábica. Já na categoria Canéfora, as sacas de Matas de Minas, de Ronaldo Pansini e de Matas de Rondônia, de Ediana Capich, atingiram as incríveis notas de 8,32 e 8,20, respectivamente.

O certame recebeu 62 amostras de 20 origens produtoras, sendo 14 na categoria Arábica e 6 na categoria Canéfora. Duas delas enviaram pela primeira vez: Vale do Juruá, no Acre e Cerrado Goiano.

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