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Revista Attalea Agronegócios
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NOTÍCIAS Política Agrícola

Agricultura de SP: APTA e cinco Institutos de Pesquisa têm novos diretores

Nova gestão quer integrar Institutos com outras unidades da SAA e realizar um planejamento estratégico das pesquisas.

A APTA – Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios e cinco de seus seis Institutos de pesquisa têm novos diretores. Antonio Batista Filho foi nomeado como coordenador da APTA pelo secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gustavo Junqueira. Batista Filho assumiu a nova função no lugar de Orlando Melo de Castro, que esteve à frente da coordenadoria desde 2008. A diretoria-geral do Instituto Agronômico (IAC-APTA) foi assumida por Marcos Antonio Machado, no Instituto Biológico (IB-APTA) por Ana Eugênia de Carvalho Campos, no Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL-APTA) por Eloísa Garcia, no Instituto de Pesca (IP-APTA) por Vander Bruno dos Santos e no Instituto de Zootecnia (IZ-APTA) por Luiz Marques da Silva Ayroza.

Segundo o novo coordenador, que até então era diretor-geral do IB, a orientação é que a APTA e suas unidades de pesquisa trabalhem de forma integrada com os demais órgãos da Secretaria de Agricultura, como a CATI – Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, CDA – Coordenadoria de Defesa Agropecuária e CODEAGRO – Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios.

“Atuaremos de forma integrada com todos os órgãos da Secretaria a fim de promover a inovação no campo. Vamos também trabalhar para adequar as linhas de pesquisa dos Institutos e APTA Regional, priorizando aquilo que é estratégico para o agronegócio paulista”, afirma Batista Filho.

De acordo com Junqueira, a ideia é ter uma integração total e engajamento dos institutos com as demais áreas de atuação da Secretaria de Agricultura, utilizando a experiência e a inteligência de cada um para construir um desenvolvimento rural sustentado. O secretário de Agricultura defende que seja feito um planejamento para que os Institutos de pesquisa tenham uma visão de longo prazo. “Ao longo do tempo fomos diminuindo a visão do longo prazo, desenvolvendo trabalhos para os problemas que foram aparecendo e perdendo essa perspectiva de qual é a nossa missão, onde devemos chegar. O mundo mudou e está mudando em velocidade e, por isso, temos que pensar o que será consumido de produtos agropecuários e alimentos em 30 anos e em como a sociedade estará organizada. A grande questão é olhar a longo prazo e trabalhar no presente, respeitando o passado”, afirma.

 

CONHEÇA O CURRICULO DO NOVO COORDENADOR E DOS DIRETORES:

Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA)


Antonio Batista Filho 
possui graduação em engenharia agronômica pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP), mesma instituição que recebeu os títulos de mestre e doutor na área de entomologia com especialização em controle biológico de pragas. Iniciou sua carreira como pesquisador científico no Instituto Biológico em 07 de novembro de 1983, local em que também foi chefe da Seção de Controle Biológico das Pragas (1991-1993), chefe da Estação Experimental de Campinas (1994-1998), diretor do Centro Experimental (1998-2003) e diretor-geral (2004-2018).

Com vasta experiência científica em controle biológico de pragas e doenças, é responsável por disciplinas na área em cursos de pós-graduação no Instituto Biológico e na Universidade Estadual Paulista (Unesp-Botucatu). Desde 2007 é membro do Conselho Técnico da Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico (ABCBio). É revisor dos periódicos científicos Summa Phytopathologica, desde 2008, e da Revista Citrus R&T, desde 2010. É consultor “ad hoc” da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Revista Colombiana de Entomologia. Faz parte do Comitê de Consultores da Revista Ciência Rural, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. Seus trabalhos científicos e na direção do Instituto Biológico lhe renderam quatro prêmios e homenagens.

Instituto Agronômico (IAC)


Marcos Antonio Machado 
foi diretor do Centro de Citricultura “Sylvio Moreira” do IAC de 17 de maio de 2003 a 1º de agosto de 2018, quando se tornou diretor-técnico do Centro de Programação de Pesquisa do IAC. Engenheiro agrônomo formado pela Universidade de Brasília, em 1978, tem mestrado em Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Viçosa, em 1981, e doutorado em Agronomia, pela Justus Liebig Universitat, Giessen, na Alemanha, em 1987.  

Além das atividades no IAC, coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Genômica Comparativa e Funcional e Melhoramento Assistido de Citros (INCT II), apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). É membro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e do Comitê Assessor do CNPq na área de Biotecnologia. Participa como orientador de mestrado e doutorado em cursos de pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), nas áreas de genética, biologia molecular e biologia funcional e molecular; e na Universidade Estadual Paulista (Unesp), na área de genética.

Instituto Biológico (IB)


Ana Eugênia de Carvalho Campos
 é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com mestrado e doutorado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É pesquisadora científica do Instituto Biológico desde 1997, local em que ocupou o cargo de diretora-geral substituta (2008-2018) e diretora do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) (2016-2018). É docente do curso de Pós-Graduação em Sanidade, Segurança Alimentar e Ambiental no Agronegócio do IB e é vice-coordenadora do curso de Especialização em Entomologia Urbana (Unesp/Instituto Biológico). Tem experiência no ensino e pesquisa em entomologia urbana e orienta trabalhos com pragas, especialmente formigas.

Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL)


Eloísa Garcia é engenheira de alimentos e mestre em Tecnologia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tendo em seu currículo diversos cursos complementares no Brasil, nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Japão. É pesquisadora científica do ITAL desde 1983, tendo atuado como Gerente Técnico dos Grupos de Embalagens Plásticas e de Meio Ambiente no Centro de Tecnologia de Embalagens (CETEA) de 1995 até 2018, paralelo ao cargo de vice-diretora do Instituto (2014-2019). Na área científica, especializou-se em embalagens plásticas, com vasta experiência em pesquisa e assistência tecnológica nas áreas de desenvolvimento de embalagem, de avaliação do potencial de interação embalagem/produto e sobre legislação de embalagem e segurança de alimentos. Coordenou estudos de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) de materiais e embalagens e projetos de desenvolvimento de produtos com menor impacto ambiental.

Instituto de Pesca (IP)

Vander Bruno dos Santos é graduado em zootecnia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com especialização em questão ambiental pela Universidade Estadual Paulista (Unesp-Presidente Prudente), mestrado e doutorado em produção animal pela UFLA e pós-doutorado em biologia celular e estrutural pela Unesp-Botucatu. Foi assistente de Ação Regional do Instituto de Pesca (2015-2019). Tem experiência científica na área de zootecnia, com ênfase em piscicultura, atuando em resíduos agrícolas, crescimento animal, crescimento compensatório, crescimento tecidual, fibras musculares, adipócitos, tilápia, pacu, piracanjuba, morfometria, alometria, composição química e expressão de fatores regulatórios miogênicos.

Instituto de Zootecnia (IZ)


Luiz Marques da Silva Ayroza é graduado em Zootecnia pela Universidade Federal de Lavras (1985).  Doutor em Aquicultura pela Universidade Estadual Paulista, (Unesp-Jaboticabal) (2009). É pesquisador científico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) desde 1987. Tem experiência na área de aquicultura, com ênfase em sistemas de produção de peixes de água doce, desenvolvendo trabalhos principalmente com os seguintes temas: piscicultura, sistema de criação de tilápias em tanques-rede e viveiros escavados.

Foi diretor-geral do Instituto de Pesca (IP-APTA) de outubro de 2015 a janeiro de 2019. Atualmente, é presidente da Comissão Técnica de Agronegócios do Gabinete da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. É membro do Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia (CRMV/Z) e atua como consultor técnico na elaboração de projetos de criação e de regularização e licenciamento ambiental de aquicultura.

 

Instituto de Economia Agrícola (IEA)

Celso Luis Rodrigues Vegro é Engenheiro Agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” ESALQ – USP, de Piracicaba (SP), com especialização em Sistemas Agrários pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Concluiu mestrado em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1992). Atua como Pesquisador Científico nível VI do Instituto de Economia Agrícola da Agência Paulista de Tecnologia para os Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Dentre as diversas áreas de estudo, concentram-se de trabalhos em temas ligados à coordenação de cadeias agroindustriais, inovação tecnológica e tendências do mercado de alimentos e bebidas, especialmente, do café. Integrante ativo da Rede Social do Café desde outubro de 2006.

Fundado em 1942, o Instituto de Economia Agrícola – IEA, braço econômico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – APTA da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, foi a primeira instituição a sistematizar os estudos sobre economia agrícola no Brasil. O Instituto de Economia Agrícola é uma Instituição que pesquisa, analisa, gera e divulga conhecimento e informação de qualidade para atender às necessidades da agricultura e da sociedade em geral. Essas informações servem de parâmetro para a tomada de decisões e para formulação de políticas públicas, induzindo o sistema a melhores negociações, em beneficio de todas as cadeias de produção do setor, nos âmbitos estadual e nacional.

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