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[Paulo Trani] – Quando penso em histórico da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo…

PAULO ESPÍNDOLA TRANI
Engenheiro Agrônomo pela ESALQ/USP. Mestre em Solos e Nutrição de Plantas e Doutor em Agronomia também pela ESALQ/USP. Pesquisador Científico aposentado do Instituto Agronômico – IAC-APTA
petrani32@hotmail.com

 

Interessante! Tem demandas ou procuras por técnicas que vão e voltam conforme a época.

Na minha infância em Santo André (SP), morávamos em uma casa geminada, com primos ao lado e mais primos na casa dos fundos. Tudo construído pelo meu avô Fidelis, típico filho de italianos, que colocava filhos e netos por perto.

Havia uma parte do terreno sem as casas onde foram instaladas uma horta e um galinheiro. Para fazer com técnica, meu avô e um tio recorreram à famosa Casa da Agricultura de Mauá (SP), cidade vizinha onde conseguimos do Engº Agrônomo Ênio Andrade uma planta do Médico Veterinário Henrique F. Raimo, da Divisão de Produção Animal, que ficava no Parque da Água Branca, em São Paulo (SP). Acredito que também era a Sede da SAA – Secretaria de Agricultura e Abastecimento, na época apenas SA.

Compartilho com vocês a planta (“esquema”) do galinheiro. Após a construção e a devida orientação para comprarmos os pintinhos da raça New Hampshire, com penas e ovos de casca vermelho, meu avô e meu tio foram devidamente “alimentados” com as Instruções Técnicas e também orientados a vaciná-los, tudo corretamente.

Compartilho fotos que mostram a saúde dos frangos e galinhas que iam para a panela com ótimas receitas de canjas e outras, para compensar o preço alto da carne de vaca naquela época.

Atualmente o colega competente profissional, Wilson Tivelli, de São Roque (SP), revelou-me que muitas famílias o procuram para instruções sobre criação de frangos e galinhas orgânicos. Aí o que manda é o tipo de alimentação. Porém, a planta (“esquema”) de galinheiro é adotado por todos, pois criar solto é dar moleza para os inimigos naturais, como gambás, gaviões e, o mais frequente, os moleques e marmanjos que surrupiam o que encontram na periferia de São Paulo (SP) e das grandes cidades do interior. Inclusive aqui em Campinas (SP). São poucos; aqui tem muita Gente Boa!

Este relato comprova a utilidade da elaboração e distribuição de publicações práticas aos chamados “Produtores Familiares”, muito em alta atualmente.

Compartilho, também, fotos dos meus avós, pai, tias e primos, sem o que nada disso teria acontecido.

Meus avós, Fidelis Trani e Perpétua, nas Bodas de Rubi, em 1955.
Meus avós Fidelis Trani e a esposa Perpétua, com os filhos João, Odette, Helena e Nydia nas Bodas de Rubi, em 1955.
Meus avós Fidelis Trani e a esposa Perpétua, com os 8 netos nas Bodas de Rubi, em 1955.
Meus avós Fidelis Trani e Perpétua, com dois bisnetos: Mônica e Cássio, nas Bodas de Diamante, em 1975.

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