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Revista Attalea Agronegócios
ARTIGOS Café

[Silas Brasileiro] – Balanço Semanal CNC — 25/02 a 1º de Março de 2018

SILAS BRASILEIRO
Presidente do CNC – Conselho Nacional do Café. Deputado Federal
www.cncafe.com.br

 

Entidades definem temas de interesse comum e desenvolverão programas e políticas voltadas a melhorias para o setor de produção.

Silas Brasileiro CNC e Breno Mesquita CNA

Na quinta-feira, 28 de fevereiro, os presidentes do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, e da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, reuniram-se em Brasília (DF). O encontro das duas legítimas entidades de representação do setor de produção teve o intuito de debater temas de interesse comum ao segmento e identificar e implantar políticas voltadas a melhorias para o setor.

“Expusemos a preocupação que temos recebido de nossas bases e identificamos os pontos comuns a serem trabalhados para possibilitarmos um cenário de melhoria aos cafeicultores. A união é fundamental nesse momento para que possamos apresentar ao Governo Federal um posicionamento único da produção, debatê-lo e darmos o consequente andamento”, explica o presidente do CNC.

Na reunião, os dirigentes apresentaram algumas ideias de projetos e políticas públicas e privadas. “Estamos analisando as melhores maneiras para gerarmos sustentabilidade financeira à cafeicultura nacional. Vamos discutir todas as opções com o Governo e definir quais programas são plausíveis de realização”, conclui Silas Brasileiro.

 

Comitês do CNC iniciam reuniões do Planejamento Estratégico

Os grupos trabalharão visando maior proatividade, fortalecimento institucional, entregas à base e garantia de renda

Na segunda-feira, 25 de fevereiro, os Comitês do Planejamento Estratégico do Conselho Nacional do Café (CNC) se reuniram, na estrutura da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Belo Horizonte (MG). Nessa primeira reunião de trabalho, os membros debateram quais serão os próximos passos para a estruturação de um novo formato de gestão da entidade, visando maior proatividade, fortalecimento institucional e da marca, entregas à base e garantia de renda aos produtores.

Durante a reunião do Comitê de Estatísticas, o superintendente de Informações do Agronegócio e a assessora da Conab, Cleverton Santana e Patrícia Campos, detalharam a metodologia de levantamento da safra de café utilizada pela estatal. Os membros do CNC apresentaram suas considerações e contribuições.

“Como encaminhamento, a Companhia enviará ao Comitê um documento com possibilidades para estabelecimento de parcerias com as cooperativas, visando ao aprimoramento das estimativas de safra de café, e o detalhamento do modelo estatístico amostral utilizado para avaliação”, informa o presidente do Conselho, Silas Brasileiro.

O Comitê de Pesquisa e Tecnologias definiu que será realizado um workshop com o Consórcio Pesquisa Café, em data a ser agendada. “O objetivo é avaliar as tecnologias concluídas e em desenvolvimento pelo Consórcio, viabilizar o processo de validação de tecnologias pelas cooperativas e parcerias para novos projetos”, revela o presidente do CNC.

Um ponto de destaque coube aos Comitês de Marketing e Sustentabilidade, que direcionaram foco total, até 12 de julho, no 2º Fórum Mundial de Produtores de Café no Brasil, a ser realizado nos dias 10 e 11 do referido mês, em Campinas (SP).

“A intenção é atrair o maior número possível de autoridades brasileiras e internacionais do setor cafeeiro, com o intuito de gerar debates relevantes relacionados ao atual cenário mercadológico, em que muitos produtores vivem uma realidade de preços aviltados”, finaliza.

O 2º Fórum Mundial de Produtores de Café é uma realização do Conselho Nacional do Café com a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul). Mais informações e ingressos podem ser obtidos no site do evento: https://www.worldcoffeeproducersforum.com.br/

 

Café recua com pressão de fundos e dólar

Os grandes operadores atuaram defendendo sua posição vendida, enquanto a moeda americana subiu frente a outras de países emergentes

Os contratos futuros do café tiveram uma semana de baixa volatilidade, mas ainda com direcionamento negativo, sendo pressionados pela defesa da posição vendida por parte dos fundos de investimento, pela valorização do dólar frente a moedas de países emergentes exportadores de commodities e seguindo sinais dados pelo cenário macroeconômico.

Em Nova York, o vencimento maio/19 do contrato “C” tocou a mínima de 18 de setembro do ano passado (US$ 0,968 por libra-peso) na terça-feira, 26. Mas, com uma recuperação técnica observada na sequência, as perdas foram amenizadas e o fechamento de ontem foi a US$ 0,9845, com perdas semanais de 155 pontos. Na ICE Europe, o vencimento maio do café robusta caiu US$ 2, negociado a US$ 1.537 por tonelada.

O dólar comercial se valorizou esta semana depois do anúncio do PIB dos Estados Unidos no quarto trimestre, que veio melhor do que o aguardado, sendo registrado crescimento anualizado de 2,6%. No Brasil, as incertezas quanto à reforma da Previdência também pesou, assim a divisa norte-americana acumulou alta de 0,3%, cotada, ontem, a R$ 3,7531.

Em relação ao clima, a Somar Meteorologia informa que o fim de semana será instável na maior parte do Sudeste. A nebulosidade predominará e há risco de chuva a qualquer momento no sul de Minas Gerais, Serra da Mantiqueira e sul do Rio de Janeiro. No centro de Minas, a precipitação será mais forte e há risco de temporais, com acumulados de até 50 milímetros. Para as demais áreas da Região, a previsão é de chuva entre a tarde e a noite. A exceção fica por conta do norte mineiro, onde predomina tempo firme e temperaturas elevadas.

No mercado físico, os preços acompanharam o desempenho externo e recuaram, mantendo compradores e vendedores afastados, cenário que deve permanecer na próxima semana em função do feriado de Carnaval. Os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para os cafés arábica e robusta foram de R$ 396,68/saca e R$ 304,60/saca, respectivamente. A primeira variedade teve queda de 1,7%, enquanto a segunda permaneceu praticamente estável (-0,03%).

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