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FENICAFÉ 2019: Qualidade técnica das palestras foi o principal diferencial da maior feira da cafeicultura irrigada do país

Os números falam por si. O sucesso de mais uma edição da FENICAFÉ – Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura é comemorado pela Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), entidade que promove todos os anos o evento no Triangulo Mineiro.

Já tradicional na cafeicultura irrigada, a FENICAFÉ é um local para quem busca informações e ferramentas com o objetivo de aprimorar a produção no campo. É referência para o produtor que busca qualidade na produção. A feira agrega também mais dois outros eventos: o 24º Simpósio Brasileiro de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada e a 21ª Feira de Irrigação em Café do Brasil, que tem por objetivo a discussão e a divulgação de técnicas e pesquisas relacionadas à cafeicultura irrigada.

Segundo a superintendente da FENICAFÉ Maria Cecília de Araújo, meses de preparação resultaram no sucesso total da FENICAFÉ 2019. “Mesmo com as dificuldades enfrentas pelo mercado cafeeiro, o produtor está interessado em saber das novidades que aliam menor custo na produção e maior produtividade”, explica.

Maria Cecília destaca o conteúdo das palestras realizadas durante toda a FENICAFÉ. “Nossa equipe está sempre empenhada em desenvolver o progresso da cafeicultura. Para isso, trabalha durante todo o ano para apresentar um evento cada vez mais atrativo tanto para as empresas que expõem seus produtos, como para os produtores que veem a Araguari em busca de informação”, detalha.

A superintendente da FENICAFÉ adianta que a edição comemorativa dos 25 anos da feira, que será comemorada em 2020, já está sendo preparada, mesmo antes de terminar esta edição. “A procura por estantes já começou. Muitas empresas já querem garantir lugar na 25ª FENICAFÉ”.

POLÍTICAS PARA O SETOR

O presidente da ACA, Claudio Morales Garcia, disse que produtores de café, não devem se intimidar com a crise no setor cafeeiro. “Temos que buscar recursos que elevem a qualidade da produção e a competitividade nos mercados nacional e internacional. A necessidade de se atualizar e de investir na lavoura e nas técnicas de manejo vem ao encontro de uma cafeicultura mais sustentável e preparada para atender, principalmente, os desafios do Brasil quanto às demandas de consumo globais”, afirma.

Já Francisco Sérgio de Assis, da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, também falou sobre o aumento do consumo no mercado interno. “Devemos ser exemplos não só de produtor, como também de consumidor”; garante.

O presidente CNC, Silas Brasileiro, também esteve na abertura do encontro. “Tão importante quanto produzir mais, é consumir mais. Devemos incentivar o consumo, construindo uma produção com equilíbrio entre oferta e demanda; é claro que o produtor se preocupa com a renda e com a qualidade do seu produto, mas tem que aprender também a vender seu café.”.

O diretor executivo do MAPA, Silvio Farnese, frisou o “maravilhoso trabalho feito pela ACA através da FENICAFÉ. “O setor vive do dinamismo, apesar deste momento de crise. A saída é viabilizar os padrões de produtividade e competitividade”, completa.

A secretária de Agricultura do Estado de Minas Gerais, Ana Maria Soares Valentini, salientou a importância da pesquisa no avanço da produtividade e lucratividade. “O setor vive momentos difíceis, mas cabe ao governo oferecer ferramentas que proporcione melhores condições ao cafeicultor”.

SIMPÓSIO

“O foco principal das palestras neste segundo dia de FENICAFÉ – Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura – está voltado para a irrigação, apresentando ferramentas da cafeicultura digital, com o ênfase no uso racional da água”, explica o professor Dr. André Luís Teixeira Fernandes, pró-reitor de pesquisas da Uniube e coordenador do simpósio. O Simpósio Brasileiro de Cafeicultura Irrigada tem por objetivo a discussão e a divulgação de técnicas e pesquisas relacionadas à cafeicultura irrigada. “O evento foi recheado de conteúdo pratico relacionado à irrigação”.

FEIRA DE MÁQUINAS, FERRAMENTAS E PRODUTOS

Além de ser um polo de conhecimento e divulgação de novas técnicas, a FENICAFÉ também é uma vitrine de exposição de máquinas, implementos e ferramentas tecnológicas voltadas para a agricultura.  “Aqui, os expositores fazem o primeiro contato com os produtores. É uma maneira de mostrar seus produtos e como eles funcionam diretamente ao consumidor final. Normalmente a maioria dos negócios é fechado pós-evento”, detalha Maria Cecília, dizendo que a Feira é um elo direto entre fabricante e produtor.

REIVINDICAÇÕES DA CAFEICULTURA

O vice-presidente da FAEMG – Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais realizou na Feira um bate papo franco com os cafeicultores da região do Cerrado Mineiro. Com o objetivo de tratar a demanda do setor, Mesquita ouviu as reivindicações dos produtores para o planejamento a médio e longo prazo.

“Cada região tem sua peculiaridade. E a ideia de abrirmos para questionamento é colher o gargalo de cada região de Minas e levar suas demandas aos governos; ouvindo o produtor, a cafeicultura”, explica. Breno Mesquita explicou que as questões levantadas na FENICAFÉ fará parte de um documento que sintetiza as demandas dos produtores de todas as regiões produtoras de café de Minas, que vai ser formalizado entregue até abril à Ministra de Agricultura, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias.

SEGURANÇA

Outra questão que chamou a atenção na FENICAFÉ 2019 é a segurança durante todo o período da feira. “Além da contratação de equipes de segurança particulares, fizemos uma parceria com a Polícia Miliar que disponibilizou um contingente especial para os dias do evento, o que proporcionou mais segurança aos visitantes”, afirma Maria Cecília.

 

FONTE: Lilian Rodrigues – COMUNICAÇÃO FENICAFÉ

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