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Café Máquinas e Implementos

Novas Colhedoras de Café da Case IH aumentam a área útil e a qualidade de colheita

Coffee Express 100 e 200 reduzem perdas de frutas e danos às plantas e apresentam menor consumo de combustível

A redução de perdas e o aumento da área útil de colheita com menor dano às plantas são os principais destaques das novas colhedoras de café da Case IH. As duas versões, Coffee Express 100 Multi e 200 Multi, chegam ao mercado com maior amplitude de altura de colheita e com mais paletas retráteis para serem ainda mais efetivas no recolhimento dos frutos durante o processo de derriça.

Com motor de 55 cavalos, a Coffee Express 200 Multi apresenta o menor consumo de combustível entre todas as colhedoras autopropelidas do mercado, além de baixo custo de manutenção. Outro fator que contribui para a diminuição dos gastos é o tanque graneleiro da máquina, que armazena até 2 mil litros, com possibilidade de descarga simultânea da colheita. O modelo conta ainda com o sistema de freio hidráulico, que proporciona mais precisão no ajuste, com menos danos nas plantas, o que resulta em maior qualidade de colheita.

A Coffee Express 100 Multi é a versão tracionada da Case IH. Ou seja, a máquina é acoplada ao sistema de levante hidráulico do trator e recebe a potência do equipamento que irá arrastá-la. Para trabalhar junto com a CE 100, a Case IH trouxe ao Brasil o trator estreito Quantum 75 N, um dos mais fortes da categoria (leia mais abaixo).

Os novos modelos de colhedora de café contam com um chassi rebaixado em 100 mm para que a estrutura de derriça e recolhimento se aproxime do solo, de forma a realizar a colheita inclusive em plantas de menor porte e de saias mais baixas (primeiras produções/lavoura nova).

“No mercado, muitos produtores realizam o rebaixamento das colhedoras para conseguir realizar a colheita em plantas mais jovens, mas essas máquinas com sistema de freio mecânico (cinta) e/ou varetas alinhadas podem causar danos às plantas mais sensíveis. Esse fator torna a Coffee Express uma colhedora mais apta para as lavouras de cafés mais jovens ou de menor porte e mais sensíveis”, analisa Roberto Biasotto, gerente de Marketing de Produto da Case IH.

Com o rebaixamento do chassi (aumento da estrutura do equipamento), o rolo derriçador também ficou maior e foram inclusas duas flanges na parte inferior de cada rolo. Essa novidade auxilia para que o rolo seja capaz de realizar a derriça de frutos da parte mais baixa da saia, onde concentra-se um grande número de ramos produtivos, inclusive em plantas de menor porte.

Para reduzir as perdas de chão, as novas versões de colhedora têm mais paletas retráteis do que o modelo anterior. No modelo Coffee Express 100 Multi o número de paletas passa de 26 para 50 e na versão 200, de 32 para 62 paletas. As paletas apresentam novo design e tamanho, além de menor flexibilidade de curso para cima e para baixo, evitando que grãos de café entrem debaixo das mesmas e se transformem em perdas de chão. Esse problema pode, ainda, provocar o travamento da máquina, já que o seu deslizamento certamente será afetado. “Essas características melhoram o recobrimento do caule e o recolhimento dos frutos derriçados”, comenta Biasotto.

A nova ponteira do transportador horizontal foi desenhada para trabalhar nas diversas condições, incluindo colheita de plantas de saia mais baixa. O novo desenho possibilita mais qualidade no levante da saia do café, tanto de pequeno quanto de grande porte, quando ela está próxima ao solo. Outro ponto importante é que a nova ponteira da Coffee Express 100 Multi é mais curta e, assim, não tem contato com os pneus do trator. Além disso, também não faz parte da estrutura do chassi, podendo ser removido para acesso aos transportadores horizontais pela parte frontal.

“Todas essas novidades mostram que as colhedoras de café da Case IH são as mais propícias do mercado para o trabalho em cafezais mais novos devido ao exclusivo sistema de derriça (freio hidráulico, design, quantidade e disposição das varetas), que proporciona o menor dano ao caule, quebra de galhos e retirada de folhas, fatores determinantes do bom desenvolvimento e produção de café nos anos subsequentes”, explica Biasotto.

As máquinas também aumentam a excelência na colheita plena, com maior volume total colhido e baixa desfolha, e seletiva, que colhe o maior volume possível de frutos maduros com o mínimo de frutos verdes, com menor dano as plantas. Os fatores que contribuem para essa melhora são o aumento na quantidade de varetas e a disposição delas em colmeia, necessitando menor arraste de plantas para derriça; a precisão de ajuste do freio dos rolos (exclusivo sistema de freio hidráulico); e a desfolha das plantas em até 70% menor que os concorrentes

Gerenciador de colheita

A Case IH também oferece o gerenciador de colheita de café, que tem como objetivo auxiliar o produtor na gestão da colheita mecanizada. Por meio das informações obtidas pela ferramenta, é possível determinar o momento ideal para dar início à colheita em determinada área, além de definir a maneira mais apropriada para colher – se será de forma seletiva ou plena –, realizando os ajustes recomendados para a colhedora Coffee Express da Case IH. Todas essas informações proporcionam uma maior eficiência operacional.

A ferramenta, desenvolvida pela empresa “Inovação em Mecanização Agrícola CEIFA Ltda”, trabalha como um medidor, mostrando qual é a força necessária para o desprendimento dos diferentes tipos de frutos presentes nas plantas a serem colhidas. Com as informações coletadas e inseridas no aparelho, ele realiza cálculos relativos à área e determina com maior precisão os próximos passos.

Quantum 75N

Outra novidade da Case IH para o mercado da cafeicultura é o trator estreito Quantum 75N, que chegou ao Brasil em agosto. Com 78 cavalos, o trator é um dos mais fortes da categoria. A capacidade de armazenamento do tanque de combustível é de 77 litros, contra a média de 50 litros dos concorrentes. “Esses 27 litros a mais proporcionam ao operador longos períodos de trabalho antes de precisar abastecer, trazendo mais produtividade no final do dia”, afirma Lauro Rezende, especialista de Marketing de Produto da Case IH.

A autonomia não é o único destaque do Quantum 75N. A máquina tem ampla acessibilidade ao motor e seus sistemas, o que significa rapidez e agilidade nas inspeções diárias que o operador precisa fazer. Essa facilidade resulta em um tempo maior do trator no serviço.

O trator é equipado com o que há de mais moderno em termos de motores com nível de emissão Tier 3 (MAR-I). O sistema utilizado é o I-EGR (Recirculação Interna de Gases do Escapamento), que apresenta menor complexidade e é de mais fácil e simples manutenção. Os motores são turbo intercooler, com quatro cilindros (3,2 L), cuidadosamente ajustados para oferecer alta reserva de torque, eficiência no uso de combustível e vida útil longa para o motor.

A transmissão 28×16 com o super redutor proporciona mais versatilidade ao operador. “A escolha da velocidade ideal para a operação garante maior economia e rendimento”, diz Rezende. “É a melhor opção do mercado no que diz respeito ao escalonamento de marchas e escolha da velocidade ideal”, complementa.

O sistema hidráulico também é superior ao das concorrentes. Enquanto a maioria das máquinas apresenta apenas uma válvula de comando remoto de série, o trator da Case IH tem três, sendo uma válvula remota com controle de fluxo. A bomba hidráulica tem vazão de 65 litros por minuto e o levante é de três pontos, com capacidade de 2.360 kgf, conseguindo trabalhar com implementos maiores.

A cabine do Quantum 75N se destaca por ser referência em conforto e espaço no segmento de tratores estreitos. Além disso, sua área envidraçada permite uma visibilidade superior e, portanto, melhores condições de trabalho.

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