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HORTITEC 2023: IAC discute a segurança no uso de defensivos agrícolas

Pesquisador científico Hamilton Ramos fala sobre os programas Aplique Bem, IAC-Quepia, Adjuvantes e Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos.

Nesta quarta, 21 de junho, os programas Aplique Bem, IAC-Quepia, Adjuvantes da Pulverização e Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos entram na pauta da HORTITEC 2023, em Holambra (SP). O pesquisador científico Hamilton Ramos fala sobre avanços registrados no Brasil em relação ao uso seguro de defensivos agrícolas. Coordenador dos quatro programas, liderados pelo Centro de Engenharia e Automação (CEA), do Instituto Agronômico (IAC), em Jundiaí (SP), ele interagirá com outros pesquisadores do IAC.

O evento “Bate-Papo com o IAC”, começa às 13:30h. Saiba mais sobre os programas que unem o CEA-IAC – órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP – ao setor privado.

∙ Aplique Bem, 16 anos – Com mais de 79 mil agricultores beneficiados no Brasil e mais 7 países, acima de 1 000 municípios cobertos (1 milhão de km percorridos), mais de 4 mil treinamentos e investimento de R$ 2 milhões anuais, Aplique Bem poderá chegar à Índia em 2024.Tem por objetivo qualificar pequenos e médios produtores ao manejo seguro de agroquímicos. São pilares centrais a proteção de cultivos, do meio ambiente e do trabalho rural. Sem nenhum gasto ao agricultor, movimenta uma equipe de agrônomos e uma frota de laboratórios móveis. As ações ocorrem diretamente nas propriedades rurais.

∙ IAC-Quepia, 17 anos – O Programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na Agricultura, conhecido como IAC-Quepia, impulsiona dentro e fora do Brasil o avanço tecnológico gradual de vestimentas protetivas agrícolas, além de auxiliar a indústria do setor a buscar certificações para esses produtos baseadas em normas da ISO. Interligado a um Consórcio Internacional formado por oito países, incluindo Estados Unidos, França, Alemanha e Eslovênia, o programa fornece o “Selo Quepia” a fabricantes de EPI que atendem parâmetros de segurança, resistência e qualidade de tecidos, após realizar testes em um laboratório dos mais avançados da América Latina.

. Adjuvantes da pulverização, 17 anos – Financiado com recursos privados, instalado em um laboratório de ponta do CEA-IAC, em Jundiaí, SP, o programa Adjuvantes da Pulverização visa o desenvolvimento e o aprimoramento tecnológico do mercado de adjuvantes agrícolas. Ao contrário dos agrotóxicos, adjuvantes não demandam registro oficial. Uma das principais atribuições do programa Adjuvantes da Pulverização é desenvolver base científica para certificar a funcionalidade agronômica de adjuvantes e suas propriedades específicas: espalhante, umectante, adesivante etc., por meio da concessão do Selo CEA-IAC. O selo qualifica a procedência e as propriedades físico-químicas desses produtos perante o mercado de insumos.

∙ Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos, 3 anos – Visa a promover a multiplicação de conhecimento no campo com ênfase na segurança do trabalho rural e na proteção dos profissionais aplicadores de agroquímicos ou agrotóxicos. Lançou recentemente uma iniciativa inédita para robustecer a qualificação de trabalhadores rurais. Desenvolveu o primeiro módulo EAD do País com objetivo de capacitar instrutores aptos a habilitar aplicadores de agrotóxicos e afins, em linha com o que prevê o Decreto nº 10.833/2021 (Programa Aplicador Legal), do Governo Federal.

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