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[Deyvid Silveira] – “Relevância Econômica do Setor Cafeeiro em Franca e na Região da Alta Mogiana”

DEYVID ALVES DA SILVEIRA
Boletim Econômico Especial – Junho/2026

Economista CORECON/SP nº 32.413.
Secretaria de Inovação e Desenvolvimento — Prefeitura de Franca (SP)

sede@franca.sp.gov.br

1. OBJETO E RELEVÂNCIA DO TEMA

Este Boletim Econômico Especial tem por objeto dimensionar a relevância econômica do setor cafeeiro no município de Franca e na Região da Alta Mogiana, com base em dados oficiais de exportação (MDIC/ComexStat), no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), em indicadores do cooperativismo regional e em dados de arrecadação e feiras de negócios.

    O café, historicamente vinculado à formação econômica do interior paulista, consolidou-se nas últimas décadas como o principal produto da pauta exportadora de Franca — superando inclusive o tradicional setor calçadista —, configurando uma cadeia produtiva com impactos diretos sobre a indústria, os serviços, o comércio de máquinas e implementos, o emprego formal e a arrecadação tributária municipal.

    2. EXPORTAÇÕES DE CAFÉ (2021-2026): EVIDÊNCIAS DO COMEXSTAT/MDIC
    Os dados do sistema ComexStat do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) apontam que Franca exportou, sob o capítulo SH2-09 (Café, chá, mate e especiarias), um total acumulado de US$ 560 milhões entre 2021 e 2025, com crescimento de 169% no valor FOB no período — de US$ 54,8 milhões em 2021 para US$ 147,5 milhões em 2025.

    Nos primeiros seis meses de 2026, o município já registrou US$ 72 milhões em exportações do setor.

    *Dados parciais. Fonte: MDIC/ComexStat — Exportações por município, SH2-09.

    2.1. Volume Exportado e Preço Médio Realizado
    O volume físico exportado atingiu o pico de 39.585 toneladas em 2024 — quase o dobro de 2021. A queda de volume em 2025 e 2026 (parcial) é compensada pela forte valorização do preço médio, que saltou de US$ 2,37/kg para US$ 7,35/kg, evidenciando a posição de Franca no segmento de cafés especiais de alto valor agregado da denominação de origem Alta Mogiana.

    2.2. Valorização do Café da Alta Mogiana
    O preço médio realizado por quilo de café exportado por Franca valorizou 210% entre 2021 e 2026 (parcial). Esse desempenho reflete a posição de destaque da região da Alta Mogiana no mercado de cafés especiais — reconhecida pela BSCA (Brazilian Specialty Coffee Association) e pela Alliance for Coffee Excellence (ACE/Cup of Excellence) —, com cafés arábica cultivados em altitudes superiores a 900 metros, perfil sensorial complexo e encorpado e Indicação de Procedência já consolidada.

    3. POSIÇÃO DO CAFÉ NA PAUTA EXPORTADORA MUNICIPAL
    Em 2020, o café já representava 52% de toda a pauta exportadora do município de Franca (SP), superando o setor calçadista (29%) — historicamente a atividade-símbolo da cidade. Essa inversão estrutural, consolidada ao longo da década de 2010, posiciona o agronegócio cafeeiro como o principal vetor de geração de divisas municipais.

    4. CAPACIDADE PRODUTIVA REGIONAL: ALTA MOGIANA
    A Região da Alta Mogiana, que tem Franca como município-polo, compreende 15 a 16 municípios distribuídos entre São Paulo e Minas Gerais.

    Segundo a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a região concentra expressiva área de lavouras de café — com estimativas que variam entre 60 e 120 mil hectares dependendo do recorte territorial considerado, sendo este dado objeto de atualização periódica pelas fontes oficiais.

    A produção estadual atingiu 5,4 milhões de sacas beneficiadas em 2024, crescimento de 7,4% em relação a 2023, e o café alcançou R$ 5 bilhões do valor da produção agropecuária paulista (VPA) em 2024, posicionando-se em 7º lugar entre os 50 produtos com melhor desempenho na economia do estado (IEA-Apta).

    É importante registrar que a área de atuação da COCAPEC — Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas, sediada em Franca desde 1985 — estende-se para além das fronteiras do estado de São Paulo, abrangendo também municípios de Minas Gerais, o que amplia significativamente a área produtiva, o volume de produção e o número de cafeicultores sob sua influência direta. Com aproximadamente 3.000 cooperados, a cooperativa opera infraestrutura com capacidade de armazenagem superior a 1 milhão de sacas e presta serviços de classificação, rebenefício, assistência técnica, laboratório de qualidade e comercialização.

    No Ranking Valor 1000 do jornal Valor Econômico — referência nacional de empresas —, a COCAPEC avançou 102 posições em 2024, da 625ª para a 523ª colocação, consolidando sua relevância entre as maiores empresas do país e fortalecendo a cafeicultura da Alta Mogiana. O ranking, elaborado em parceria com a Serasa Experian e a FGV/EAESP, avalia indicadores de eficiência financeira, governança corporativa e responsabilidade social.

    5. CADEIA PRODUTIVA: INDÚSTRIA, SERVIÇOS E COMÉRCIO DE IMPLEMENTOS
    O setor cafeeiro em Franca extrapola amplamente a lavoura primária. A cidade consolidou-se como centro de negócios e tecnologia para toda a cafeicultura regional, com dois eventos anuais de referência nacional:

    Alta Café — Feira de Negócios e Tecnologia da Alta Mogiana (AEAGRO/Sindicato Rural de Franca): realizada anualmente em Restinga (SP). A 6ª edição, em março de 2026, registrou público de 16.700 visitantes e movimentação estimada em R$ 283 milhões em negócios nos três dias de evento — crescimento de 282% em relação à 1ª edição (2020), que havia registrado R$ 74 milhões. O evento reúne mais de 100 expositores e 200 marcas, cobrindo toda a cadeia: de mudas e insumos a máquinas colhedoras, implementos, sistemas de irrigação, drones para pulverização, energia solar e agricultura de precisão.

    Simcafé — Simpósio do Agronegócio Café da Alta Mogiana (COCAPEC): com mais de 70 empresas expositoras por edição, incluindo os principais fabricantes nacionais de máquinas e implementos agrícolas para a cafeicultura.

    Além das feiras, a cadeia sustenta em Franca: torrefadoras e exportadoras de cafés especiais (como a Café Labareda, exportadora para 13 países); armazéns gerais; laboratórios de análise sensorial; empresas de logística agroindustrial; e prestadores de assistência técnica agronômica. Esses estabelecimentos geram ISSQN, participam do cálculo do VAF/ICMS e compõem o tecido produtivo urbano diretamente vinculado ao agronegócio cafeeiro.

    6. CAFÉS ESPECIAIS, CAFETERIAS E MARCAS PRÓPRIAS
    Um vetor de crescimento econômico ainda pouco mensurado em dados oficiais, mas de relevância crescente, é a expansão do segmento de cafés especiais com marcas próprias e a proliferação de cafeterias especializadas em Franca e na região.

    A Associação dos Produtores de Cafés Especiais da Região da Alta Mogiana (AMSC), sediada em Franca (SP), lidera esse ecossistema, representando produtores que acessam mercados premium fora do sistema de commodities.

    No estado de São Paulo, foram abertas cerca de 300 novas cafeterias especializadas desde 2022, período marcado como pós-pandemia — movimento que chega com força à região da Alta Mogiana e à própria cidade de Franca.

    Em Franca (SP), exemplos como o Olinto Café (fundado em 2011, 5ª geração de cafeicultores, com torrefação própria e cafés de mais de 50 produtores da região), o Café Labareda (exportador para 13 países), a Cafeteria Moscardini e a Cafeteria Gustavo Leonel Cafés Especiais demonstram a maturidade do ecossistema local de cafeterias com identidade produtora — negócios que unem a cadeia do campo à xícara com marca própria, rastreabilidade e valor agregado.

    São Paulo concentra ainda cerca de 40% das indústrias de torrefação do Brasil, sendo um centro vital de
    comercialização do grão no mercado interno e externo.

    Franca sediou, em junho de 2026 (18 a 21 de junho), o Encontro de Cafés Especiais no Franca Shopping, organizado pelo Sebrae-SP, em parceria com o Sindicato Rural de Franca, a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAESP/Senar-SP) e a AMSC. O evento reuniu produtores, baristas, torrefações e especialistas do setor, além de expositores de produtos derivados do café especial e de serviços gastronômicos — posicionando Franca como ambiente estratégico de conexão e fortalecimento do setor.

    A cidade sediou também, em novembro de 2024, a cerimônia de premiação da 25ª edição do Cup of Excellence Brasil , com a Alta Mogiana como região-sede representada pela AMSC, atraindo compradores internacionais, juízes, torrefadores e jornalistas especializados de todo o mundo.

    7. ROTA DO CAFÉ DE SÃO PAULO: PROTAGONISMO DA ALTA MOGIANA E DE FRANCA
    Em 8 de abril de 2025, o governador Tarcísio de Freitas lançou oficialmente o projeto Rotas do Café de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo (SP). A iniciativa, coordenada pela Casa Civil e integrada pelas secretarias estaduais de Turismo e Viagens, Agricultura e Abastecimento, Cultura e Desenvolvimento Econômico, reúne 57 atrativos turísticos ligados ao café em mais de 25 municípios, resultando em cinco rotas inéditas e outros destinos cafeeiros independentes.

    Entre as cinco rotas oficiais, a Rota Mogiana Paulista ocupa posição de destaque, abrangendo os municípios de Franca (SP), Pedregulho (SP), Patrocínio Paulista (SP) e Cristais Paulista (SP) — territórios reconhecidos nacional e internacionalmente pela qualidade dos cafés especiais arábica produzidos em altitudes elevadas, com terroir de clima ameno, solos férteis e perfil sensorial complexo e encorpado. A Rota da Alta Mogiana abrange, no total, 16 municípios paulistas e 7 mineiros.

    Gráfico 9 — As cinco Rotas do Café de São Paulo: Franca é o município-polo da Rota Mogiana Paulista Fonte: Governo do Estado de São Paulo / Secretaria de Turismo e Viagens (rotasdesp.sp.gov.br). Lançamento: 8 abr. 2025.

    7.1. Franca como Polo da Rota Mogiana Paulista
    A Rota Mogiana Paulista é descrita pelo Governo do Estado como uma das regiões cafeeiras mais tradicionais do Brasil — onde o visitante pode vivenciar todas as etapas da cadeia produtiva do café, desde o cultivo até a degustação. Entre as propriedades e atrativos integrados à rota com base em Franca e na região, destacam-se: a Fazenda Bom Jesus (Café Labareda, Flávia Lancha), referência nacional em cafés especiais e exportadora para 13 países; o Pietà Café; o Sítio Capoeira (Olinto Café); o Sítio Falcão do Alto da Serra; e o Sítio Olho D’Água (Café Dona Santina), que oferece imersão completa no universo do café — do cultivo à torra e à degustação.

    O lançamento da Rota na cidade de Franca foi realizado em 9 de maio de 2025, durante a 1ª Feira de Turismo Regional, no Franca Shopping. A cerimônia reuniu seis prefeitos da região (incluindo o prefeito Alexandre Ferreira, de Franca), 12 vereadores, o presidente da Câmara Municipal Daniel Bassi, e representantes do Sebrae-SP, da AMSC, do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), do Sindicato Rural e da ACIF. A programação incluiu workshops, oficinas e degustações, com destaque para a apresentação ‘Café com Indicação Geográfica: Sabores da Alta Mogiana’, conduzida pela AMSC.

    A articulação que tornou possível a conquista da Rota do Café pela Alta Mogiana é resultado de décadas de trabalho dos fundadores da AMSC — especialmente os empresários Flávia Lancha, Gabriel Mei Alves de Oliveira e Milton Cerqueira Pucci — na obtenção da Indicação de Procedência Região da Alta Mogiana e na construção de uma cultura de qualidade reconhecida internacionalmente. O secretário de Turismo do Estado, Roberto de Lucena, destacou: ‘As Rotas do Café de São Paulo valorizam a identidade dos destinos, destacam os produtores e seus territórios, geram oportunidades de trabalho e oferecem experiências autênticas e sustentáveis.’

    7.2. Impacto Econômico do Turismo do Café
    A iniciativa das Rotas do Café integra produtores, cooperativas, indústrias e consumidores, com expectativa de estimular a criação de novas empresas e o fortalecimento do comércio e dos serviços locais — incluindo hotelaria, gastronomia, agências de turismo rural e serviços de experiência. As experiências disponíveis na Rota Mogiana Paulista incluem: trilhas nos cafezais, cursos de torra e classificação, visitas técnicas com degustação guiada, espaços gastronômicos e workshops com certificação.

    Do ponto de vista macroeconômico, o turismo rural representa um dos segmentos de maior crescimento no interior paulista. Em 2025, o setor de alimentação e hospedagem de São Paulo faturou R$ 193 bilhões, com mais de 695 mil empregos formais ativos. A inserção de Franca e da Alta Mogiana no mapa turístico oficial do Estado, com o apoio do Programa SP Produz e das secretarias estaduais envolvidas, projeta crescimento na cadeia de serviços correlatos — hospedagem, alimentação, transporte, experiências sensoriais e venda direta de cafés especiais —, com impacto direto sobre o ISSQN municipal, o VAF e o emprego formal nos setores de comércio e serviços.

    Gráfico 10 — Rota do Café da Alta Mogiana: integração da cadeia produtiva ‘da fazenda à xícara’ Fonte: elaboração própria com base em Rotas do Café de SP / AMSC / Attalea Agronegócios.

    8. MERCADO DE TRABALHO E CAGED
    Os dados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego) permitem estimar o impacto do setor cafeeiro no emprego formal a partir dos CNAEs diretamente associados à cadeia produtiva.

    Em nível nacional, a agropecuária encerrou 2025 com 41.870 vagas formais abertas — aumento de 269% em relação a 2024 —, reflexo da safra de alto desempenho. No estado de São Paulo, o cultivo de café (CNAE 0134-2) concentrava mais de 12.000 vínculos formais em janeiro de 2025, além de 1.100 no comércio atacadista de grãos.

    Para Franca e a Região da Alta Mogiana, os segmentos de CNAE com maior vínculo direto à cadeia cafeeira e respectivas estimativas de empregos formais são apresentados na tabela e no gráfico a seguir. Ressalta-se que o mapeamento exato por CNAE e município deve ser obtido diretamente no Painel Novo CAGED do MTE (acesso público), sendo os valores abaixo estimativas de referência com base nos dados estaduais proporcionalizados:

    Em termos agregados, Franca criou 5.880 empregos formais de janeiro a setembro de 2024 — 51% acima do mesmo período de 2023. A expansão do setor de serviços e da indústria de beneficiamento e torrefação integra esse resultado, com reflexos diretos nos CNAEs da cadeia cafeeira.

    9. IMPACTO NA ARRECADAÇÃO E NO VAF MUNICIPAL
    O café impacta a arrecadação do município de Franca por múltiplos canais fiscais, com destaque para o Valor Adicionado Fiscal (VAF), principal critério de partilha do ICMS entre o Estado e os municípios (LC nº 63/90).

    9.1. VAF e Cota-Parte do ICMS
    O VAF é calculado sobre a diferença entre as saídas e entradas de mercadorias nos estabelecimentos contribuintes. A movimentação das exportadoras de café, torrefadoras, armazéns e cooperativas sediadas em Franca gera elevado valor adicionado fiscal, ampliando o índice municipal de participação no ICMS estadual. Franca recebeu R$ 159,9 milhões em repasses de ICMS em 2023. O crescimento da atividade comercial e agroindustrial cafeeira pressiona positivamente esse índice — mesmo considerando que as exportações são desoneradas de ICMS —, pois o VAF das exportadoras é computado com base nas saídas registradas, independentemente da isenção tributária.

    9.2. Demais Tributos Impactados

    10. QUADRO SÍNTESE DE INDICADORES

    11. CONCLUSÃO
    Os dados consolidados demonstram que o setor cafeeiro é o principal vetor econômico de Franca e da Região da Alta Mogiana sob a ótica das exportações, constituindo também um eixo estruturante das atividades industriais, de serviços, do comércio de insumos e implementos e do emprego formal no município.

    A posição de Franca como polo de negócios e tecnologia da cafeicultura — evidenciada pelas feiras anuais com R$ 283 milhões em negócios na 6ª edição da Alta Café (2026) —, somada ao protagonismo conquistado com a Rota do Café de São Paulo (Rota Mogiana Paulista, lançada em 2025 com Franca como município-polo), reforça o papel da cidade para além da produção primária: como centro de serviços, turismo gastronômico e comércio especializado para toda a região.

    A valorização do preço médio do café exportado (+210% em cinco anos), a consolidação da denominação de origem Alta Mogiana no mercado de cafés especiais, a presença da COCAPEC entre as 600 maiores empresas do Brasil e a crescente visibilidade da região no circuito internacional do Cup of Excellence garantem perspectiva de expansão sustentada do valor gerado pela cadeia — com impactos crescentes sobre o VAF municipal, o ICMS, o ISSQN, o turismo e o emprego formal.

    Do ponto de vista da gestão pública, o mapeamento tributário do complexo cafeeiro representa uma oportunidade estratégica de aprimoramento da inteligência fiscal, do planejamento do desenvolvimento econômico local e da formulação de políticas públicas de apoio ao agronegócio, à inovação e ao turismo.

    Franca/SP, junho de 2026.

    REFERÊNCIAS E FONTES

    • MDIC/ComexStat – Exportações por Município, Capítulo SH2-09, 2021-2026. Acesso: junho/2026.
    • Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo — Dados da safra paulista 2024.
    • Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta/SP) — Valor da produção agropecuária paulista, 2023–2024.
    • COCAPEC — Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas. Relatório institucional 2024. Franca/SP.
    • Conselho Nacional do Café (CNC) — Cooperativas de Café marcam forte presença no Ranking Valor 1000. Setembro de 2025.
    • AEAGRO / Sindicato Rural de Franca — Alta Café: 1ª a 6ª edições (2020–2026). Disponível em: altacafe.com.br.
    • Sebrae-SP / AMSC — Encontro de Cafés Especiais, Franca Shopping, 18 a 21 de junho de 2026. Revista Attalea Agronegócios.
    • Alliance for Coffee Excellence (ACE) / AMSC — Cup of Excellence Brasil 2024: 25ª edição, cerimônia em Franca. Outubro–novembro de 2024.
    • Governo do Estado de São Paulo / Secretaria de Turismo e Viagens — Rotas do Café de São Paulo. Lançamento: 8 abr. 2025. Disponível em: rotasdesp.sp.gov.br.
    • Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo — Rotas do Café de SP impulsiona desenvolvimento regional e turismo gastronômico. 9 abr. 2025.
    • VerdadeOn / ACIF Franca — Franca e Alta Mogiana ganham protagonismo com lançamento da Rota do Café de São Paulo. 9 abr. 2025.
    • Revista Attalea Agronegócios — Rota do Café ‘Alta Mogiana’ é lançada em Franca (SP). Maio de 2025.
    • MTE / Novo CAGED — Dados de emprego formal, 2024–2025. Disponível em: gov.br/trabalho-e-emprego.
    • Cultivar / Agrolink — SP: café impulsiona a economia da região da Alta Mogiana, 2022.
    • Sampi/GCN — Arrecadação de ICMS em Franca 2023. Janeiro de 2024.
    • Revista Attalea Agronegócios — Rota do Café ‘Alta Mogiana’ é lançada em Franca (SP). Maio de 2025.


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