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Revista Attalea Agronegócios
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Café

Secador Estático Palinialves substitui terreiro convencional sem comprometer a qualidade do café

O Secador Estático Palinialves modelo PA-SE/4 teve a sua eficiência comprovada. Por meio de um experimento conduzido na Região do Cerrado Mineiro, pela prestigiada Fundação de Desenvolvimento do Cerrado Mineiro (FUNDACCER), constatou-se que o café secado no equipamento apresentou a mesma qualidade do café secado no terreiro convencional, mas com a vantagem de o processo ser realizado em menos tempo e ocupar uma área muito menor. Ou seja, redução nos custos totais do benefício para o produtor.

“Fizemos a avaliação sensorial de quatro amostras, três do secador estático e uma do terreiro, seguindo o protocolo da SCA, e todas obtiveram notas entre 80 e 81”, explica o Diretor Comercial da Palinialves, Carlos Henrique Palini.

A Palinialves, sempre comprometida com a inovação, lançou o seu primeiro secador estático em 2016, com grande sucesso. Mas por se tratar de uma tecnologia nova, muitos cafeicultores ainda desconfiam dela, principalmente quanto a qualidade final da bebida. Para vencer essa objeção, a companhia decidiu avaliar, com rigor científico, a qualidade do café que passa pelo equipamento, escolhendo como parceiras a EPAMIG e a FUNDACCER.

A avaliação foi realizada no Campo Experimental da EPAMIG em Patrocínio (MG). A escolha da FUNDACCER como parceira na pesquisa foi fundamental para garantir a credibilidade do experimento. “No caso específico do Secador Estático da Palinialves, estamos contribuindo para a pesquisa e para a confirmação de sua eficiência e qualidade, afinal, já temos o sinal positivo de nossos clientes, que vem obtendo resultados significativos desde a aquisição dos secadores”, explicou Carlos Henrique.

Para a Fundação, testar a eficiência de um secador estático é algo que vai ao encontro dos interesses dos cafeicultores do Cerrado Mineiro. A região se destaca pela qualidade dos seus cafés e pelo alto nível técnico dos cafeicultores, que sempre estão em busca de nova tecnologias. “Com o secador estático pela Palinialves à EPAMIG, pudemos realizar estudos, afim de responder as dúvidas dos produtores com respaldo científico” – explicou Dr. João Paulo Felicori Carvalho, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da FUNDACCER em parceria com a equipe técnica da EPAMIG.

O EXPERIMENTO

Realizou-se a colheita do café de um único talhão do campo experimental da FUNDACCER, plantado com a cultivar “Mundo Novo IAC 379-19”. Foi selecionado um talhão com produção homogênea e suficiente para todos os métodos de secagem. Após a colheita, uma parcela dos frutos foi colocada imediatamente dentro do Secador Estático Palinialves, modelo PA-SE/4,enquanto a outra parcela foi para um terreiro pavimentado.

A secagem no PA-SE/4 foi realizada de acordo com o protocolo que a Palinialves fornece a todos os compradores do equipamento, enquanto no terreiro ela foi feita de acordo com as boas práticas recomendadas para essa operação. Ao fim da secagem, as amostras foram acondicionadas em big bags e depositadas em um galpão de armazenamento.

Até agora, foram realizadas duas avaliações sensoriais das amostras. A primeira em julho de 2018, logo após o beneficiamento do café, e a segunda em outubro. Elas foram feitas por juízes certificados SCA. Como resultado principal, não houve diferença significativa na qualidade entre a secagem tradicional no terreiro e a secagem com o secador estático.

Adicionalmente, as amostras foram analisadas em laboratório para medir a incidência de microorganismos. Nesse caso, também não houve diferença significativa entre elas.

Este resultado reforça o potencial da secagem estática na redução dos custos com mão-de-obra e economia de espaço no terreiro, problemas de destaque no atual momento da cafeicultura no Brasil.

Além disso, o secador estático Palinialves oferece os seguintes benefícios aos cafeicultores:

  • Secagem em menor tempo;
  • Redução na área utilizada para o processo;
  • Protege o café de chuvas e outros eventos meteorológicos;
  • Preserva a qualidade dos frutos durante o processo.

A pesquisa terá continuidade em 2019, quando serão testados novos protocolos de secagem. O estudo será publicado em breve pela equipe de pesquisadores da FUNDACCER, durante o Encontro de Inovação e Tecnologia para Cafeicultura no Cerrado Mineiro de 2019.

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