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Revista Attalea Agronegócios
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Aves e Suínos

Resultados com a Safesui Circovírus

ANDREA PANZARDI
Especialista Técnica em Biológicos na Ourofino Saúde Animal
www.ourofinosaudeanimal.com.br

Nos últimos anos o mercado mundial de medicina veterinária, principalmente o voltado à produção animal, vem passando por uma série de questionamentos relacionados ao uso de antimicrobianos.

Este assunto vem sendo pauta em diversos encontros científicos, não somente na área de medicina veterinária bem como em medicina humana. Isto se deu, principalmente, em função do surgimento de infecções hospitalares pelas chamadas “superbactérias”, o que forçou e vem forçando uma mudança relativamente rápida da forma de utilizar antimicrobianos, principalmente, em saúde animal.

Esta área virou alvo de críticas, muitas sem embasamento técnico concreto e comprovação científica. Em função disso, atualmente, as grandes empresas brasileiras estão tendo que se adequar rapidamente a estas novas exigências, que visam a redução e o uso criterioso de antimicrobianos, bem como a proibição de alguns princípios ativos como aditivos melhoradores de desempenho.

Pensando nisso, a Ourofino Saúde Animal ao longo dos últimos anos vem em um processo de desenvolvimento de produtos biológicos, alinhados ao futuro da produção animal, relacionado ao conceito de prevenção da saúde animal.

Dentro desse conceito, a primeira vacina a ser desenvolvida foi a Safesui Circovírus, específica para suínos, a qual tem por objetivo prevenir a ocorrência da circovirose suína, doença com caráter imunossupressor e de grande impacto econômico para a suinocultura.

Durante o desenvolvimento da Safesui Circovírus foram realizados diversos estudos em parceria com grandes centros de pesquisas no Brasil e no exterior, e concomitantemente, foram conduzidos estudos a campo, dentro da realidade da produção brasileira no intuito de avaliar a resposta da vacina frente ao desafio real.

Os resultados da Safesui Circovírus em diversos aspectos superaram as expectativas, não só em caráter zootécnico, bem como em análises de perfil de resposta imune humoral e celular, viremia e histopatologia, demonstrando ser um produto muito diferenciado ao mercado e eficaz no controle da circovirose.

Isto certamente se deve pelo fato de ser a primeira vacina de circovirose no Brasil recombinante a ser baseada no genótipo b (PCV2b), a qual permite uma melhor proteção dos animais, sem ocorrência de falha vacinal, uma vez que ela possui um maior percentual de identidade aos genótipos atualmente presentes no campo quando comparadas às demais vacinas de mercado, todas elas baseadas no genótipo a (PCV2a).

 

FONTE: Boletim Técnico Ourofino Saúde Animal

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