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Revista Attalea Agronegócios
Bancos e Crédito Rural Café

Banco do Brasil trouxe a Franca (SP) etapa presencial do Circuito de Negócios Agro Banco do Brasil

Com a proposta de levar assessoria rural itinerante para os principais polos do agronegócio brasileiro, o Banco do Brasil trouxe para o município de Franca (SP), na primeira semana de abril, a etapa presencial do Circuito de Negócios Agro Banco do Brasil.

A iniciativa visou potencializar negócios e reforçar a presenta do Banco do Brasil junto ao segmento café na Região da Alta Mogiana. A Carreta Agro chegou na cidade no domingo, dia 03 de abril, percorreu vários pontos da cidade e, entre os dias 04 e 05 de abril, esteve no SIMCAFÉ – Simpósio do Agronegócio Café da Alta Mogiana, organizado pela COCAPEC – Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas.

Durante o circuito, o banco previu a divulgação de produtos, serviços e inovações tecnológicas para o setor cafeeiro, além de levar assessoria aos produtores rurais.

Diversas atividades também aconteceram durante os dois dias de circuito. O cafeicultor Geraldo Cintra Diniz, ex-presidente do Sindicato Rural de Franca, foi homenageado por ser o cliente mais antigo da agência do Banco do Brasil na região. Houve ainda a assinatura do contrato do 1º Pré-Custeio em Cafeicultura do Brasil, além de Rodada de Negócios, apresentação das linhas de Crédito Agro BB e a assinatura de outros contratos.

Várias palestras também aconteceram na Carreta Agro:- “Possibilidades e Desafios da Cafeicultura Orgânica na Alta Mogiana”, “Seguro Agrícola e Proteção Patrimonial no Campo”, “Gestão de Custos de Produção como Ferramenta Estratégica”, “Consórcio de Imóveis e Projetos no Campo” e “Novos Cultivares e Novas Tecnologias na Implantação de Cafezais”.

Evandro Souza Mendes, Superintendente de Pessoa Física do Banco do Brasil ressaltou a importância do Circuito de Negócios do Banco do Brasil e da parceria com a COCAPEC. “Poder aliar forças com a COCAPEC e estar presente no SIMCAFÉ para nós foi gratificante. Demonstramos, mais uma vez, que o Banco do Brasil é, de fato, o banco do produtor rural de todos os tempos.

O superintendente destacou, ainda, o respeito, a ligação e o apoio que o Banco do Brasil sempre teve para com o produtor rural brasileiro. “No ano passado, os cafeicultores sofreram com secas prolongadas e também com geadas. Em setembro, como forma de atender as necessidades do cafeicultor, o Banco do Brasil disponibilizou R$ 1 bilhão para operações de recuperação das lavouras, com carência adequada, de acordo com os procedimentos que o mesmo teve que fazer nos cafezais”, afirmou Evandro.

Outra grande notícia destacada pelo superintendente para o setor cafeeiro e que foi anunciado durante a 2ª ALTA CAFÉ, foi o lançamento do Pré-Custeio para o Café. “Normalmente, lançávamos o pré-custeio para as demais culturas e somente depois para o café. Pelo segundo ano consecutivo, devido a importância que a cafeicultura representa para o Brasil e devido ao olhar que o Banco do Brasil tem para com o cafeicultor do Estado de São Paulo e, em especial, da Região da Alta Mogiana, o banco conseguiu antecipar e fazer o lançamento junto com as demais culturas. Este recurso vem em um momento muito especial para o setor. Estamos vendo aí uma possibilidade de escassez de fertilizantes, além de uma enorme alta de preços do insumo. Poder disponibilizar recursos para que o cafeicultor possa comprar fertilizantes neste momento é uma estratégia extremamente importante e adequada do Banco do Brasil”, explicou Evandro.

Murilo Leal (Gerente Geral Agência Agro Franca), Geraldo Cintra Diniz (cafeicultor) e Evandro Souza Mendes (Superintendente Pessoa Física Banco do Brasil)
Geraldo Cintra Diniz (cafeicultor) recebe homenagem de Murilo Leal (Gerente Geral Agência Agro Franca)

Dentre os produtos e serviços que foram apresentados durante o Circuito de Negócios do Banco do Brasil, o superintendente destacou três deles: Mercado de Opções, Consórcio e Seguro Agrícola.

“O mercado do café é extremamente diferenciado. Nas frequentes oscilações dos preços de café, nós enxergamos oportunidades e também riscos. Quando o banco traz o diálogo sobre o Mercado de Opções, mostrando que existe praticidade na operacionalização, que ele é adequado para todo o porte de produtor rural e que o banco tem a capacidade de apoiá-lo, o Banco do Brasil está oferecendo ao produtor rural segurança ao longo de todo o tempo em que o mesmo irá comercializar o seu café. Outro ponto interessante é o Consórcio Banco do Brasil. Muitas vezes, o produtor rural não sabe que o consórcio pode ser utilizado também para investimentos no campo. Por exemplo, o produtor que vai comprar fertilizantes muitas vezes não tem um armazém para guardar. O banco pode disponibilizar recursos para a construção do armazém, seja através de financiamento, mas também como consórcio. Outro tema relevante é o Seguro Agrícola para a cultura do café. Todo mundo precisa. Veja o que aconteceu nos últimos anos. Na carreta, trouxemos um diálogo bastante técnico sobre o tema, tanto para áreas financiadas como também para áreas não financiadas pelo banco”, explicou Evandro.

CARRETA AGRO

“Foi muito prazeroso acolher os produtores rurais em nossa carreta. É uma estrutura bonita, inovadora e muito adequada para o ambiente. Mas, o mais importante foi recepcionar e ouvir de produtores rurais o quanto o Banco do Brasil foi participativo e parceiro de suas atividades desde o princípio. No primeiro dia do SIMCAFÉ, foi uma alegria homenagear o Sr. Geraldo Cintra Diniz, o ‘Lalinho’, que foi presidente do Sindicato Rural de Franca e também o nosso cliente produtor rural mais antigo em atividade. Ele veio com as filhas, sobrinhas e netos”, disse o superintendente.

A especialização é outro fator que vem crescendo dentro do banco. Na Região da Alta Mogiana, Banco do Brasil conta com agência especializada em agronegócio nas cidades de Franca (SP) e em Ribeirão Preto (SP). “Eu ousaria dizer que os times destas agências são especiali-zados em atender todas as demandas dos produtores rurais, além de discutir novas ideias. Trabalhamos com um propósito. Nós queremos fazer negócio, ampliar nossa carteira de crédito agrícola, fazer com que o produtor rural entenda que, de fato, somos um banco que atende o passado, o presente e o futuro. Mas a gente faz isto com um propósito: reconhecer a importância do produtor rural para a economia brasileira. Além de saber a importância do papel do Banco do Brasil para o desenvolvimento do agronegócio”, ressaltou Evandro.

AGRISHOW

Já visando a Agrishow, a maior feira da América Latina, o Banco do Brasil já está fazendo em vários municípios brasileiros, diversos eventos que chamamos de Pré-Agrishow. O nosso objetivo com estes eventos é exa-tamente “acolher algumas propostas, já com os benefícios da Agrishow.

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