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Revista Attalea Agronegócios
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ARTIGOS Café

[Eder Sandy] – Avaliação de fertilizantes organominerais na cultura do café na região da Alta Mogiana

Eder Carvalho SANDY1, Igor Rodrigues QUEIROZ2

(1,2 Eng.° Agrônomos ECS Consultoria Agronômica);

E-mail:- eder.sandy@ecsagro.com.br  /  igorrqueiroz@gmail.com

ECS CONSULTORIA = https://www.facebook.com/ecsagro

 

Aspecto geral das parcelas no início do experimento. Safra 2015/2016.

Durante duas safras sequenciais, pesquisa avaliou respostas às doses do fertilizante Fertium® NK+S

A Cafeicultura é uma das culturas de maior importância econômica mundial, com intensa movimentação
financeira e mercadológica em todo o mundo. Altos investimentos são feitos todos os anos com a finalidade de se nutrir de forma adequada às plantas de café.

Acarretando a criação e desenvolvimento das diversas linhas de pesquisa, atualmente estas vêm destacando para utilização de fontes que maximize o aproveitamento das adubações, tornando elas mais eficientes.

Uma das formas encontradas é utilização de fontes orgânicas, pois, pode propiciar aumentos significativos na produção, visto que apresenta vários pontos positivos, como: influenciar nas características físicas, físico-químicas e biológicas do solo, além de potencializar os fertilizantes minerais quando adicionado a fração orgânica, sendo este o atributo de maior relevância dos fertilizantes organominerais.

Deste modo, as empresas de ponta estão em busca de tecnologias de adubação de alta eficiência. Para se estudar os efeitos da adubação organomineral na cultura do cafeeiro objetivou-se este trabalho ao longo
de 2 anos (dois ciclos produtivos) que seguem com os seus devidos resultados.

Devido ao alto potencial produtivo das plantas de cafeeiros, a produção pode ser aumentada, uma vez verificadas as diversas dificuldades no adequado fornecimento dos nutrientes. Nas condições em que o café é cultivado no Brasil, o nitrogênio é um dos elementos que mais limitam a produção, em razão da baixa disponibilidade deste nutriente nos solos, onde é diretamente afetado pela baixa disponibilidade de matéria orgânica natural nos solos e baixa eficiência dos adubos nitrogenados convencionais. (MOREIRA; DINIZ; PAIVA, Maio de 2016).

Detalhe das parcelas, no início do experiment,o com a marcação de
ramos para coleta de folhas, Safra 2015/2016.

Problemas de manejo, como o uso incorreto de fertilizantes são frequentes, adubações em período inadequado, chuvas excessivas e falta de chuvas, são entre outros fatores, os que levam a baixa eficiência das adubações.

Como cita Cassio et al (2016), o cafeeiro precisa absorver os nutrientes do solo em uma proporção equilibrada, quando isso não acontece, a planta não consegue formar todas as substâncias que necessita para seu desenvolvimento pleno, levando a uma menor produtividade e problemas com pragas e doenças. Por isso, é fundamental que os fertilizantes e corretivos sejam usados de forma equilibrada.

Para Abranches et. al (2014), uma possibilidade de aumentar a eficiência no aproveitamento dos fertilizantes, minimizar as perdas na produtividade e diminuir o risco de contaminação ambiental é a utilização de fertilizantes revestidos por polímeros e ou organominerais.

Para a utilização de tais produtos, a indústria de fertilizantes enfrenta um desafio permanente para melhoraria eficiência, feito através da melhoria de fertilizantes já em uso ou através do desenvolvimento
de novos tipos de adubos específicos (Maene, 1995; Trenkel et al., 1988). Para além de eventuais problemas técnicos, esta não é uma tarefa fácil, devido aos mecanismos de nutrição das plantas.

Fertilizantes lentos e de liberação controlada são os fertilizantes que contêm um nutriente de uma forma que a planta seja afetada em sua disponibilidade. No caso dos organominerais, estes são classificados como lentos: retarda a sua disponibilidade para absorção pelas plantas e sendo usados após a aplicação por longo tempo.

Detalhe do ramo de café marcado onde será efetuada a avaliação de contagem de gemas de crescimento. Safra 2015/2016.

Para os organominerais como é o caso dos fertilizantes da família Fertium®, diversos são os trabalhos na literatura que mostram a importância da matéria orgânica no solo, mostrando melhora nas propriedades físicas, físico-químicas e biológicas do mesmo, que irão influenciar de forma direta ou indireta na sua fertilidade (MALAVOLTA, 2006). A matéria orgânica auxilia no arejamento, na permeabilidade e na maior retenção de umidade do solo, fornecendo nutrientes de forma lenta e gradual às plantas e aumentando a capacidade de troca de cátions (CTC).

 

Aplicação do fertilizante Fertium® NK+S.

Para Assis e Romeiro (2004) e Malta et al. (2007), o uso exclusivo de adubos orgânicos na cultura do café implica em resultados desfavoráveis a produção em relação ao sistema convencional, com perdas de produtividade. Assim, recomenda-se a associação entre adubos orgânicos e minerais a fim de obter um equilíbrio que condicione produtividades e mantenham adequadas as características físicas e químicas do solo.

Guimarães e Reis (2010) com vários estudos na região do sul de minas em diversos locais, concordam com os resultados obtidos por Assis e Romeiro (2004) e Malta et al. (2007), entretanto destaca que a utilização de uma fonte orgânica sobre uma fonte mineral potencializou a produção em todos os níveis de adubação com NPK, resultados positivos também foram encontrados por Santinato et al. (2010) que avaliou doses de esterco de curral e de galinha em associação com adubos minerais, obtendo incrementos de produtividade de 9 a 18% em relação à adubação mineral exclusiva.

Guimarães e Reis (2010) também observaram que ao adicionar matéria orgânica a diversas doses de NPK, mesmo em condições desbalanceadas ainda se conseguiu incremento de produção o que não ocorreu na ausência de uma fonte orgânica. Mencionam que é muito efetiva na falta de equilíbrio do sistema, o que é muito comum na cafeicultura atual.

Segundo Matiello et al. (2016) aplicação de adubos organominerais minimiza as perdas de nutrientes do
solo: pela lixiviação (nitrato e potássio); pela volatilização (uréia); pela fixação e pela erosão (fósforo). Estes fatos são justiçados por elevar à eficiência agrícola dos adubos aplicados, assim como redução das perdas, pode permitir a redução da quantidade a ser aplicada.

A partir destas informações e com o objetivo de estudarmos os efeitos do fertilizante do tipo organomineral, formulado com os elementos na composição de 08% de N; 00% de P2O5 e 10% de K2O + 8% de S, fundamentou-se este trabalho, para ao final avaliar os efeitos na produtividade do cafeeiro com o uso do Fertium® NK+S.

3. OBJETIVO

Avaliar a resposta do fertilizante de organomineral Biosoja Fertium® NK+S (08.00.10 + 8S) aplicado isolado, em dose única, avaliado durante todo o ciclo da cultura do café, iniciando antes do período de floração até ao final do período de enchimento, maturação e colheita dos frutos.

4. MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido na Fazenda Meia Pata, no município de Franca (SP), com localização geográfica latitude 20°27’28.08”S e longitude 47°28’47.46”O. A classificação climatológica da área de acordo com Koeppen é Cwb com precipitação média anual média de 1650 mm e temperatura média anual de 21,1ºC, sendo altitude de 980 m. O material utilizado é o da espécie Coffea arabica, cultivar “Catuaí Amarelo IAC-62”, sequeiro de 70 meses de idade (6 anos), cultivado no sistema de sacola plásticas, e transplantadas para campo em 17 de dezembro de 2011, com espaçamento de 3,4 x 0,6 m, totalizando estande de 4.901 plantas por hectare.

As recomendações agronômicas são realizadas pela ECS Consultoria Agronômica com base nas recomendações de Raij et al. (1996).

Gráfico 1 – Resultados de produtividades em função das doses de Fertium® NK+S,
ao final do primeiro ano agrícola de avaliações. Franca – SP, safra 2015/2016.

O experimento montado em campo adota o delineamento experimental em blocos casualizados (DBC), sendo 5 tratamentos e 4 repetições.

O experimento foi definido no segundo semestre de 2015, onde a partir desta data foi iniciada a condução dos trabalhos. Na implantação do experimento foi realizada uma avaliação prévia de cada parcela com intuito de verificar problemas fitossanitários, nutricionais e fisiológicos, estando então a área muito homogênea e apta a desenvolver o trabalho. As parcelas do experimento estão dispostas seguindo as linhas de cultivo no sentido Leste para Oeste. Cada parcela foi constituída de 20 plantas totais, sendo 10 plantas centrais consideradas úteis para a colheita dos frutos e 5 plantas marcadas para avaliações de crescimentos e amostragens de tecido foliar, totalizando assim 20 plantas úteis por tratamento.

Conforme a Tabelas 3 e 5 , retomou o experimento na data 07/11/2017 com a aplicação única dos tratamentos 3 a 5, e o primeiro parcelamento do tratamento 2. No entanto houve modificações na adubação conforme necessidades a partir dos teores de nutrientes no solo para a safra 2016/2017 somado aos dados obtidos da safra anterior, onde os tratamentos T3 (33% da dose); T4 (66% da dose) e T5 (99% da dose) foram divididos em duas aplicações, ou seja, a primeira seguindo o protocolo com o fertilizante Fertium® NK+S e complementando com o Fertium® Nitro+S, na porcentagem de cada tratamento. Para o tratamento 2, com fertilizante mineral 20.00.20; optou por utilizar separadamente Nitrato de amônia (30.00.00) mais Cloreto de Potássio (00.00.60), respectivamente a fim de facilitar as aplicações, calibrando a dose conforme o formulado.

Os parcelamentos deste tratamento foram realizados em intervalos de 40 dias, como mostra a Tabela 4.

As amostras de tecido foliar para quantificação do teor de cada nutriente nas folhas, foram realizadas nas seguintes datas: primeira coleta dia 25/10/2016; segunda coleta dia 09/01/2017 e a por último no dia 30/05/2017. O Laboratório responsável foi o Ribersolo (www.ribersolo.com.br), localizado na Rua (C) Marcos Markarian, nº 395, Jardim Nova Aliança, Ribeirão Preto (SP).

As aplicações via solo seguem com correção quando necessário em todos os tratamentos, conforme mencionado na Tabela 6 fundamentadas em Raij et al. (1996). Para cada tratamento, as aplicações foram realizadas manualmente com um recipiente calibrado nas doses de cada fertilizante equivalente por planta. As pulverizações fitossanitárias e nutricionais via pulverização foliar, conforme Tabela 7, foram feitas em todos os tratamentos de forma mecanizada com um turbo pulverizador utilizando volume de 400 L.ha-1 de calda. Já as aplicações de produtos fitossanitários via solo, ocorreram de forma mecanizada com o kit de aplicação drench com volume de 245 L.ha-1 de calda.

Os demais manejos fitossanitários e culturais seguiram de acordo com as recomendações de Raij et al. (1996) com acompanhamento através de manejo integrado de pragas e doença, intervindo quando estes eram encontrados no nível de dano econômico e/ou sintomas de carência. Para todos os tratamentos, na safra 2016/2017, foram estipuladas as seguintes avaliações:

  • Análise foliar em três fases do ciclo da cultura;
  • Aspecto geral, como vigor e enfolhamento;
  • Produtividade de cada tratamento avaliado ao final do ano agrícola e classificação física (% peneira).

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
5.1. Considerações da safra 2015/2016

A produtividade se mostrou como uma curva convexa para baixo, ou seja, uma função quadrática que teve sua melhor dose em 56,25% (Ponto de máxima da curva), de acordo com o Gráfico 2.

Gráfico 2 – Resultados de produtividades em função das doses de Fertium® NK+S, ao final do segundo ano agrícola de avaliações. Franca – SP, safra 2016/2017.

Houve baixa significância de R² no respectivo experimento, tal fato deve ser averiguado no segundo ano de avaliações dos dados De posse dos dados observamos neste primeiro ano de avaliações que a dose de 99% se apresentou de forma negativa ao fator produtividade, mostrando que as doses crescentes do fertilizante Fertium NK+S comparadas aos fertilizantes convencionais não foram necessárias neste primeiro ano de avaliações.

Em todos os tratamentos avaliados os % de peneiras e rendas dos cafés foram satisfatórios e acima de níveis médios adequados para a cultura, mostrando que para a variável qualidade dos grãos colhidos os fertilizantes se mostraram adequados e promissores para a cultura do cafeeiro. O Tratamento Fertium NK+S que melhor se destacou foi com 33% da dose de fertilizantes comparados com o tratamento
convencional (30.00.00 + KCl) e aos demais tratamentos.

A dose do fertilizante Fertium NK+S neste primeiro ano de avaliação da cultura apresentou dose ideal de 56,25% em relação ao padrão convencional químico, sendo esta a dose encontrada na regressão linear para doses em função da maior produtividade esperada.

O tratamento com 99% da dose de Fertium NK+S apresentou menor produtividade em relação aos demais tratamentos Fertium, mostrando que pode haver uma interferência negativa deste, com doses similares aos fertilizantes convencionais quando se usado em cafeeiros. Tais parâmetros devem ser confirmados no segundo ano de avaliações.

Os percentuais de peneiras dos tratamentos 3 e 4 com o fertilizante Fertium® NK+S, se destacaram dos demais, ficando as 2 doses (33%, 66% da dose em relação ao convencional) com frutos com peneiras 17 e acima, obtendo valores acima de 50%. Em contrapartida, o tratamento com 99% da dose obteve peneiras inferiores a todos os outros tratamentos, inclusive ao controle.

Para o quesito número médio de gemas vegetativas não foi verificado diferenças estatísticas entre si nas avaliações feitas durante o ciclo. Os teores foliares de nutrientes se apresentaram dentro dos limites adequados para a cultura, na primeira época avaliada; na segunda época foi verificado altos teores de N (acima de 35 mg/kg/MS) para os 3 tratamentos Fertium® (33% da dose).

Para a terceira época avaliada todos os tratamentos apresentaram baixos teores de N e K em tecidos foliares, em relação aos teores médios ideais.

5.2. Considerações da safra 2016/2017

A produtividade no segundo ano avaliado se mostrou como uma curva convexa para baixo, ou seja, uma função quadrática que teve sua melhor dose em 69,25% (Ponto de máxima da curva), de acordo com o Gráfico 2. Houve boa significância de R² no respectivo experimento, mostrando qualidade e perícia nos dados apresentados.

De posse dos dados da Tabela 11 observamos no segundo ano de avaliações, foi possível considerar qua a dose de 99% se apresentou de forma negativa ao fator produtividade, mostrando que as doses crescentes do fertilizante Fertium NK+S comparadas aos fertilizantes convencionais não foram necessárias
neste segundo ano de avaliações.

Quanto aos resultados obtidos na safra 2016/2017, dar-se ênfase aos teores foliares de Nitrogênio para os tratamentos com Fertium® NK+S na época 2, apresentando os maiores valores em ordem crescente conforme as % de dose de cada tratamento, comportando-se semelhante a safra anterior.

Quanto ao teor de Potássio, o maior valor encontrado, também na época 2, ocorreu no Tratamento 1 (Controle). Esse dado pode ser justificado pela menor extração deste nutriente consequente da menor produtividade do tratamento no biênio.

Com relação à produtividade da safra vigente, houve diferença estatística entre os tratamentos, com destaque novamente ao tratamento 3 (33% da dose) com a maior produtividade (49,31 sc.ha-1), sendo um acréscimo de 30 sc.ha-1 em relação ao tratamento 1 (Controle). Demais tratamentos com Fertium® NK+S apresentaram produtividade inferiores ao tratamento 2 (Nitrato + KCl), comportando assim semelhante às produtividades da safra anterior.

Os percentuais de peneiras 17 e acima apresentaram-se semelhantes para os tratamentos com Fertium® NK+S, embora superiores aos tratamentos 1 (Controle) e 2 (Nitrato + KCl), dar-se destaque aos tratamentos
4 e 5 (33%, 66% da dose, respectivamente), com 39% cada. Embora os percentuais de peneira 17 e acima de todos os tratamentos serem menor em relação à safra anterior, ainda assim os tratamentos com o organomineral Fertium® NK+S apresentaram sempre superiores a tratamento com fertilizante mineral (tratamento 2- Nitrato + KCl) no biênio avaliado.

5.3. Considerações do biênio 2015-2017

O resultado do biênio observado na Tabela 11, apresentou tendência de incremento de produtividade com uso do fertilizante Fertium® NK+S, dando ênfase ao Tratamento 3 (33% Fertium® NK+S) com acréscimo de 27,37 sc.ha-1 na média do biênio em relação ao tratamento 1 (Controle).

De acordo com o Gráfico 3, a produtividade se mostrou como uma curva convexa para baixo, ou seja, uma função quadrática que teve sua melhor dose em 63,5% da dose de Fertium® NKS obteve os melhores resultados em produtividade quando comparados entre si os tratamentos, tendo como tendência de uso este patamar de dose quando comparado aos fertilizantes convencionais. Houve boa significância de R² no respectivo experimento, mostrando qualidade e perícia nos dados apresentados.

Gráfico 3 – Resultados de produtividades em função das doses de Fertium® NK+S, médias do biênio de avaliações. Franca – SP, safras 2015/2016 e 2016/2017.

Na dose de 63,5% de Fertium® NKS a produtividade hipotética foi de 49,87 sacas para o respectivo biênio no ensaio avaliado, produtividade maior a observada em fontes convencionais de N e K (30.00.00 + 00.00.60) que foi de 47,29 sacas.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A ECS Consultoria Agronômica, diante dos resultados alcançados faz as seguintes considerações finais: A melhor dose de uso do organomineral observada no respectivo experimento foi de 63,5% da dose total recomendada, quando comparada a fontes convencionais.

As aplicações divididas em dois parcelamentos, 70 e 30% das doses ao longo do ciclo se apresentaram as melhores opções tecnológicas.

A produtividade observada na dose ideal de Fertium NKS (63,5% da dose de convencional) apresentou a produtividade superior as observadas na adubação convencional.

A adubação organomineral apresentou uma forma viável de fornecer N e K as plantas de cafeeiros durante o ciclo de avaliações deste trabalho.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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