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Revista Attalea Agronegócios
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ARTIGOS Café

[Anderson Fernandes] – Café Tia Luiza, feito por quem entende!

ANDERSON FERNANDES
Gestor Agrícola / Gestor de Torrefação

(https://www.cafetialuiza.com.br)

 

Pelegrino Donato e Luiza Trajano inovam em comercializar café com marca própria, produzido em ambiente inovador de industrialização.

O Café Tia Luiza nasceu de um sonho antigo de família. O empresário e cafeicultor Pelegrino José Donato e sua esposa, Luiza Trajano Donato, possuíam o desejo de terem a própria marca de café, focando na qualidade e satisfação de seus futuros clientes como quesito principal. A família sempre prezaria em cultivar e industrializar um produto de altíssima qualidade, pois além de produtores, eles seriam também consumidores.

O café tem toda sua cadeia de produção realizada na propriedade da família, localizada na região de Franca (SP), mais especificamente na Alta Mogiana. A região é conhecida como uma das melhores do mundo para produção de cafés, incluindo os especiais, que a cada dia vêm ganhando o mercado externo, levando para todo o mundo o nosso conhecimento em produção de cafés finos. Ela possui uma altitude perfeita e clima fresco, propiciando uma bebida rica em todos os aspectos, agradando os paladares mais exigentes.

Café variedade Obatã
Café variedade Obatã.

Produzido com grão 100% arábica, o Café Tia Luiza tem sua industrialização iniciada com o maior cuidado e tecnologia, desde o cultivo da planta até a xícara. O produto possui garantia de procedência, que identifica a seleção das melhores safras, semeadas e colhidas em condições especiais.

Garantimos ao produto cuidados especiais no tratamento pós-colheita (processo com maior risco para qualidade da bebida). Nesse período, o produto passa inicialmente por um processo de separação por densidade, onde há a divisão entre o café já seco (conhecido por “café bóia”), o verde e o maduro, sendo este último o mais denso. Posteriormente, é encaminhado para uma saída específica e novamente destinado ao terreiro, para início da secagem natural.

Após o processo de terreiro, o café é encaminhado para secagem artificial ou “forçada”, realizada com ar quente na temperatura máxima de 45°C, para que não haja o risco de envergadura dos grãos, anomalia conhecida popularmente como “grãos canoa”.

Realizado o processo de secagem artificial, o café é direcionado (já em coco), para as tulhas de descanso por pelo menos 40 dias, para que haja trocas de umidade entre os grãos que ainda tenham ficado com umidade acima da ideal. Após o prazo estimado de descanso, ele é encaminhado para o tratamento de benefício e rebenefício, onde passa por uma separação eletrônica de grãos que estejam fora dos padrões de qualidade específicos.

Neste ponto, o sonho de oferecer um café industrializado de altíssima qualidade ao consumidor começa a tomar forma, já que o futuro Café Tia Luiza “cru” é encaminhado para o processo de industrialização, na torrefação localizada na própria propriedade. Primeiramente, ele passa pelo laboratório, onde é analisado, torrado, moído e provado, de forma manual, para adequar perfeitamente o ponto de torra e suas granulometrias. Após esse processo, o produto entra em uma fase totalmente automatizada, em um controle de torra computadorizado.

Anderson Fernandes, gestor do Café Tia Luiza.

Todos os dados que foram levantados em laboratório são lançados em computador, que irá controlar
a chama para realizar uma torra em escala, perfeitamente do modo que foi elaborado. O computador envia sinais ao queimador, que por sua vez, controla a intensidade do fogo, para que se possa ter uma torra perfeita.

Os produtos Tia Luiza têm acompanhamento de degustador certificado e credenciado junto ao SCAA (Specialty Coffee Association of America) que realiza, constantemente, testes do produto final em laboratório, para garantir a sua qualidade.

Então, se você ainda não provou nosso produto, não sabe o que está perdendo! Prove o café Tia Luiza e sinta o verdadeiro aroma e sabor do melhor café.

Café Tia Luiza, feito por quem entende!

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